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Teresa Leitão critica leilão de excedente do Pré-Sal

O megaleilão do excedente da cessão onerosa do Pré-Sal, marcado para esta quarta (6), foi um dos assuntos do pronunciamento da deputada Teresa Leitão (PT). Na Reunião Plenária desta terça (5), ela questionou os benefícios do certame. “Essa ação é prejudicial à soberania nacional, mas muitos prefeitos e governadores só estão esperando a distribuição prometida dos recursos”, pontuou. Segundo a parlamentar, o Governo Federal espera obter R$ 106,5 bilhões com a oferta de quatro áreas do Pré-Sal, na Bacia de Santos (SP). No leilão, serão definidas as empresas que terão o direito de produzir volumes excedentes aos cinco bilhões de barris que a Petrobras ganhou em troca da oferta de ações à União no processo de capitalização. Teresa registrou o posicionamento da Associação dos Petroleiros do Brasil, que acredita que o leilão não deveria acontecer. “Para os trabalhadores, a Petrobras investiu muito em tecnologia e, na hora de colher os louros, decide abrir mão do petróleo excedente”, explicou.  A deputada destacou, ainda, que o ex-presidente Lula estava preparando o País para ser autônomo na produção de petróleo. “Mas o Governo Bolsonaro, além de já ter aumentado a importação do produto, deverá agora ampliar nossa dependência de outros países”, complementou a petista. Reformas – Durante o discurso, a parlamentar também comentou o pacote de reformas econômicas apresentado nesta terça ao Congresso Nacional pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. As alegações do Governo Federal são de que as ações buscam descentralizar recursos, impor medidas de responsabilidade fiscal aos entes federativos e viabilizar a retomada do crescimento. Para a deputada, entretanto, a proposta vai prejudicar, principalmente, os setores de saúde e de educação públicas. “Essas iniciativas não vão só aumentar a exclusão dos pobres, mas matá-los!”, reagiu. “Eles ficarão mais desprovidos de políticas públicas do que já estão hoje. Isso é muito grave”, alertou.  Teresa conclamou todos a participarem dos atos de resistência ao pacote e pediu aos parlamentares federais que analisem as medidas com cuidado antes da votação. “Não se desenvolve a economia com concentração de renda e deixando o povo sem os direitos básicos”, concluiu.
05/11/2019 (00:00)
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